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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Looking for Alaska

Autor: John Green
Editor: harperCollins Children's Books
Páginas: 272


Sinopse: Before. Miles "Pudge" Halter's whole existence has been one big nonevent, and his obsession with famous last words has only made him crave the "Great Perhaps" (François Rabelais, poet) even more. Then he heads off to the sometimes crazy, possibly unstable, and anything-but-boring world of Culver Creek Boarding School, and his life becomes the opposite of safe. Because down the hall is Alaska Young. The gorgeous, clever, funny, sexy, self-destructive, screwed-up, and utterly fascinating Alaska Young, who is an event unto herself. She pulls Pudge into her world, launches him into the Great Perhaps, and steals his heart.
After. Nothing is ever the same.






Opinião: 
"The only way out of the labyrinth of suffering is to forgive"
"After all this time, it seems to me like straight and fast is te onhly way out- but I choose the labyrinth. The labyrinth blows, but I choose it."

Não sabia bem como começar este post então decidi fazê-lo com duas das minhas favoritas citações ao longo do livro. O labirinto é uma das metáforas ao longo deste livro, que pode significar inúmeras vezes, dependendo das nossas experiências de vida e dos nossos objectivos.
A história divide-se em duas partes: o after e o before; que se encontram separadas por um evento bastante trágico e nada prevísivel.

Este livro conta-nos a história do Milles (aka Pudge) que decidi ir estudar para o colégio interno onde estudou o seu pai, pois apercebeu-se que não possuia amigos e que a única coisa pela qual tinha interessa era por Last Words de figuras emblemáticas (obrigada John por também me teres tornado obcecada por elas). Ao ir para Culver Creek, Milles torna-se quase que por imediato amigo do seu colega de quarto Chip, mais conhecido por Colonel, acabando também por se tornar amigos dos seus amigos, Takumi e Alaska. 
Alaska é a personagem que dá título ao livro e que personagem complicada é esta. Misteriosa, sexy e um pouco "passada dos carretes", Alaska adora ler e é bastante inteligente  apesar do que aparenta. 
Não me quero alargar muito a explicar o título do livro e a partilhar mais citações pois iria criar spoilers e isso não pode ser não!

Apenas posso fazer uma breve reflexão sobre este autor. É o segundo livro dele que leio e posso afirmar que ele em ambos os livros se refere à morte de uma maneira fora do vulgar (terão de ler para perceber). Adorei a escrita e toda a ironia da própria situação em que as personagens principais se encontram tendo em conta o que foi feito/dito no passado. 

E para terminar deixo-vos com um vídeo do próprio autor de Looking for Alaska, no qual o John conta-nos 50 Last Words de pessoas emblemáticas:
O livro já se encontra publicado pela ASA em português sob o nome "À Procura de Alaska" 

JK
Classificação 8/10


sábado, 8 de dezembro de 2012

The Fault in Our Stars

Woow! Não vinha cá à 3 meses? Damn you Faculdade! Vamos lá ver se com as "férias" de Natal (sim porque darem-me 2 semanas de descanço com um exame no primeiro dia de aulas, não são férias senhores!) consigo recomeçar a dar mais atenção ao blog.

Autor: John Green
Editor: Dutton Juvenile
Páginas: 313

Sinopse:  Diagnosed with Stage IV thyroid cancer at 13, Hazel was prepared to die until, at 14, a medical miracle shrunk the tumours in her lungs... for now.  Two years post-miracle, sixteen-year-old Hazel is post-everything else, too; post-high school, post-friends and post-normalcy. And even though she could live for a long time (whatever that means), Hazel lives tethered to an oxygen tank, the tumours tenuously kept at bay with a constant chemical assault.  Enter Augustus Waters. A match made at cancer kid support group, Augustus is gorgeous, in remission, and shockingly to her, interested in Hazel. Being with Augustus is both an unexpected destination and a long-needed journey, pushing Hazel to re-examine how sickness and health, life and death, will define her and the legacy that everyone leaves behind.


Opinião: Há cerca de um ano que comecei a ver os vídeos dos Vlogbrothers e apaixonei-me imediatamente pelos carismáticos irmãos, Hank e John. Sinceramente não sei como é que aguentei tanto tempo sem ler um livro do John, mas no outro dia encontrava-me na fnac a dar a voltinha do costume quando este me saltou à vista, um Hardback do The Fault in Our Stars sozinho à minha espera, como poderia recusar?  
Mas vamos ao que interessa! Neste livro John Green apresenta-nos a Hazel Grace, uma rapariga de 16 anos igual que poderia ser igual a todas as outras se não fosse pelo facto de aos 12 anos ter sido diagnosticada com cancro na tiróide que se espalhou para os pulmões. Graças a uma nova droga miraculosa (e completamente fictícia btw) o cancro terminal da Hazel entra em remissão. Encontramos então no início do livro uma Hazel um pouco deprimida que, apesar de estar em remissão, tem de carregar com o philipe, uma botija de oxigénio que ajuda os seus pulmões a fazer o seu trabalho, because her lungs suck at being lungs. Devido a este estado meio depressivo a mãe obriga-a a ir semanalmente a um Support Group para adolescentes portadores de cancro e é numa destas reuniões super enfadonhas e repetitivas que Hazel conhece o August. OH MY GOD AUGUST WHY AREN'T YOU REAL??? ok. vou ter de me acalmar... Bem o August é... eu nem sei bem como o descrever, basicamente tem uma prótese em vez de uma perna, conduz mal como tudo e adora metáforas. 
Não quero dizer muito mais para não criar muitos spoilers mas é quase impossível de me controlar quando falo deste livo. Li-o em 2 dias que me pareceram 1 mês... sinto que conheci mesmo estas duas pessoas maravilhosas, o August e a Hazel, e que vivi com elas todos os momentos, os piores e os melhores. A Hazel teve a oportunidade de concretizar um dos meus sonhos (para todos os que lerem isto que já tenham lido o livro you know what I mean) e apesar de ao princípio ser uma desilusão no final tornou-se uma lição de vida... e esta é uma das coisas que este livro nos ensina a viver o momento e a aproveitar tudo ao máximo.
Encontrei este desenho no Devinart e adorei *.*
Btw esta semana The Fault in Our Stars foi considerado o melhor livro do ano (Damn you JK how coul you disappoint me?) e só por isso acho que lhe deviam dar uma oportunidade até porque foi recentemente publicado em português sob o nome de A Culpa é das Estrelas.







JK

Classificação 10/10

P.s. A capa não é simplesmente maravilhosa??